terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Alone I Break.

"Quem luta contra nós reforça os nossos nervos e aguça as nossas habilidades. O nosso antagonista é quem mais nos ajuda." - Edmund Burke.

Cya.

domingo, 10 de dezembro de 2017

"Ask me your questions, tell me your secrets."

"O maior medo de Loren era ser usada pra esquecer um outro alguém. O maior medo de Duncan era lembrar que tinha um coração dentro do peito.
Ironicamente, ele se lembrava toda vez que os olhos felinos dela miravam os seus, toda vez que a risada gostosa e o seu jeito estabanado faziam ruir o chão sob os seus pés, toda vez que abria um sorriso fácil ou que ela corava ao pegá-lo admirando-a. O calor da sua pele macia e o cheiro entorpecente que seus cabelos emanavam toda vez que ela o abraçava, o seu jeito todo peculiar de deitar com os pés pra cima pra cantarolar alguma coisa. O jeito delicado que ela tinha de beijá-lo e escorregar os dedos pela sua nuca. O quão sexy era observa-la trocar de roupa ou encantá-lo com algum discurso de sabedoria.
Ela era um misto de detalhes e singularidades, de uma mente perspicaz e um rosto angelical, de um corpo fabuloso e um brio sem igual. Ela era perfeitamente imperfeita, era tudo que ele precisava, era tudo o que ele queria. Ela era a chama que o inflamava de dentro pra fora. Ela era o lembrete de que ser humano não é só sobre sofrer, sobre sentir dor. Também é sobre sentir amor, sentir desejo, ter a capacidade de sonhar que sempre há algo pelo que lutar. Ela era uma estrela brilhante que o tragava pro céu, ela era a firmeza que mantinha seus pés de volta ao chão. Ela era a luz dos olhos que iluminavam o caminho, era a cor que faltava no seu mundo cinza.
Ela o fez se lembrar que a vida não é sobre medo em si, mas a capacidade de viver apesar do medo - e achar graça nisso."

Cya.

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Hiato.

O blog sempre teve seus momentos. Seus picos de otimismo, de depressão, de aconchego e de solidão. Ele também teve seus hiatos. Hiatos em que eu procurava em mim justificativas pra mim mesmo, os "comos" e os "porquês" eu deveria dar uma pausa nessa conexão entre o Dante daqui de dentro e o Dante daqui de fora. O daqui de fora é um completo babaca, o de dentro é um perigo. Como disse o Chester, "sei que quando estou em minha cabeça, esse crânio entre minhas orelhas é um lugar ruim, não deveria ficar sozinho aqui. Há um Chester em minha mente que quer me derrubar (...)". O Dante daqui de dentro passa o dia me testando, me desafiando, me sabotando. O de fora, em compensação, passa o tempo fragilizando-se pelas pancadas que vêm de dentro e das que vêm do mundo, se sentindo um imbecil inútil e fracassado, que sempre que leva um tapa sente vontade de se jogar ao chão, assustado, procurando uma posição confortável pra se encolher e chorar esperando que tudo acabe, e ainda assim se sente na obrigação de fazer isso sorrindo. Mas onde o blog se encaixa nisso? Ele é o resultado dessa disputa por espaço. Ele é o pus em palavras que escorre entre a batalha que os meus anticorpos psicológicos e as bactérias sentimentais travam. Ele é o reflexo e a personificação de tudo o que eu me torno à partir do momento em que esses dois Dantes se unem: Uma cicatriz amarga de uma ferida purulenta. Que não amarga só a minha boca, não. Mas a de todo mundo que me tem ao alcance do paladar. Não é sobre estar doente, realmente. É sobre ser doente. E por que essas palavras machucam tanto? Porque eu sou a doença. Esse hiato é minha quarentena.

Sem "cya" por hoje.

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Das observações.

"Não te irrites, por mais que te fizerem
Estuda, a frio, o coração alheio.
Farás, assim, do mal que eles te querem,
Teu mais amável e sutil recreio." - Mário Quintana.

Cya.

terça-feira, 28 de novembro de 2017

Dobradinha 2/2.

"Essas palavras que escrevo me protegem da completa loucura." - Bukowski.

Cya.

Dobradinha 1/2.

"Que tempos difíceis eram aqueles: ter a vontade e a necessidade de viver, mas não a habilidade." - Bukowski.

Cya.

terça-feira, 21 de novembro de 2017

À merda com as causas perdidas.

"Os pingos de chuva se atiravam violentamente contra o vidro da janela naquela tarde escura de novembro. Duncan era não muito mais do que um fantasma no meio daquele quarto, cercado pela névoa que a fumaça dos cigarros mal apagados no cinzeiro em cima da mesa formavam enquanto dançavam ao som do disco de Gary B. B. Coleman que rodava no aparelho. Duncan era não muito mais do que a antropomorfização da depressão. A gola da camisa desajustada, a gravata afrouxada, os cabelos castanhos tradicionalmente bagunçados, a barba por fazer e a expressão distante. Esse era, pelo menos, o que os seus amigos conheciam, exceto pela máscara do seu clássico bom humor ácido que estava jogada no chão. Essa que se aparentava surrada, suja, desgastada pelo uso em demasia nos últimos anos. Hoje era um daqueles dias em que ela não servia, não se encaixava, não importava o quanto tentasse. Pra ser sincero, nesses dias ele não costumava tentar. Nesses dias ela o machucava. Seu semblante hoje refletia o horizonte embaçado e vago que os seus olhos buscavam ao longe, por entre os prédios, os carros, a rua e todos aqueles que corriam pela calçada para procurarem abrigo da chuva. Duncan sentia a vida vibrar lá fora, enquanto a morte o espancava ali dentro do quarto. O vidro molhado era como uma barreira que separava essas duas dimensões. Esse vidro parecia maciço, intransponível, fosse pra vida entrar ou pra que ele fugisse. Ele sabia que ali, estático, de pé contra a parede, ele já fugia. O problema é que ele não entendia que, por mais que tentasse fugir, ele não podia escapar. O monstro não era a vida, não eram as pessoas, não era sua rotina, seu emprego... O monstro não era ela. "Ela"... Aquela que não deve ser nomeada, aquela que ele não ousava mais chamar pelo nome. Doía quando ele dizia. O monstro do qual ele fugia o acompanhava, vivia dentro dele, se alimentando de amor. Amor... Esse tornava-se a cada dia um doce veneno que escorria pela sua goela e queimava seu peito. Não eram as pílulas, não era o salto da janela do décimo andar, sequer uma corda no pescoço. Duncan passou a mão no seu paletó, deu o último gole no whisky remexido, sussurrou algo enquanto se encarou no espelho, tomou o caminho da porta e partiu. No quarto vazio, em meio às notas sofridas do blues, seu celular começou a vibrar. Na tela, uma palavra: "Vagabunda"."

Cya.

Reposts pertinentes.

"Eu sempre me esforço ao meu máximo pra ser positivo, pra ser otimista. Eu juro que sim, e por mais que você pense que deu seu máximo, você realmente não deu. E aí você acaba se sentindo pior ainda, fraco por talvez ter se iludido, talvez nem tentado o suficiente, por ter perdido mais uma batalha, enfim. Eu já disse várias vezes aqui que a sua força não tá na capacidade de apanhar sem cair, mas na habilidade de levantar todas as vezes depois de cair. A problemática se torna tonante quando, no meio de alguns dos meus devaneios, eu cheguei a pensar que talvez a vida não te dê rasteiras, não. Afinal, isso é muito simples pra ser digno de um sustentáculo tão imenso e complexo como é esse teatro de deus(es), pra esse período de misteriosa duração que não nos cabe contestar começos e finais, e sim o que fazer no tempo intermediário entre esses dois pontos. O que eu acho que a vida faz - de forma metafórica, claro - é ora ou outra esperar você viver um tempo, construir ambições, mesmo que simples e frágeis, que você trataria como filhas. Então, subitamente, personificar-se em uma gangue de homens maus, te sequestrar, te levar pra um quarto escuro, te espancar até suas forças se esvaírem, te jogar de joelhos, amarrado com os braços pra trás, te amordaçar e estuprar essas suas filhas na sua frente, e em seguida matá-las. É isso o que eu acho que a vida faz. Parece ácido, mas é pertinente, como eu já disse outras vezes. E como eu também sempre digo - tô repetitivo -: deus deve ser um cara com um senso de humor muito macabro. É isso o que eu acho que a vida faz."

Eu escrevi isso em 2015. É uma pena que lá eu já fosse detentor dessa verdade.

Cya.

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Lumen Oculorum

"Sempre dei nome ao amor
dizia eu que esse era o privilégio da vida
Mal sabia eu que derramaria sangue
caso fosse preciso pra adiar a sua partida

E nem que me fosse dado todo tempo do mundo
penso eu que nunca seria o bastante
Fosse quando meus olhos fitavam os seus
fosse quando minha boca tocava a sua, crepitante

Encontrar brilho nos olhos de alguém
nesses tempos se tornou raridade
Sorte a minha esbarrar em um sorriso tão fabuloso
E um cheiro que só me desperta saudade

Olhos esses que emanam a luz
que me levam pra o que um dia chamei de lar,
Como um farol que me traga de volta pra casa
Fazendo em mim nascerem asas, ânsia de voar

Senti-me ainda um herói de lendas antigas
que assim alcançara os Campos Elísios
Não por glórias em batalha
mas por imaginar em ti meu Paraíso

Que o tempo não me seja injusto
e me dê logo a chance de reencontrar
Teu sorriso, tua pele, teu beijo
minha calma, minha paz, meu ar."

Cya.

sábado, 18 de novembro de 2017

Mas acabo sempre triste e sozinho procurando uma maneira de entender.

"A vida me sorri, então
Recolho os cacos que deixei no chão
Milhares de recordações transformam tudo em canções
E essa daqui é pra você!

Se eu pudesse desfazer
Tudo de errado entre nós
E apagar cada lembrança sua
Que ainda existe em mim
Eu sei que nada que eu diga vai trazer
O longe pra mais perto de mim dessa vez
Porque gostar de alguém vai ser sempre assim
Irreversível

A vida ri de mim então
Percebo o quanto é triste te esperar em vão
Mas acho forças pra cantar
Quem sabe você possa me escutar
Eu só queria te dizer

Se eu pudesse desfazer
Tudo de errado entre nós
E apagar cada lembrança sua
Que ainda existe em mim
Eu sei que nada que eu diga vai trazer
O longe pra mais perto de mim dessa vez
Porque gostar de alguém vai ser sempre assim
Irreversível

A cada passo que eu dou pra frente
Sinto o meu corpo indo pra trás
E a cada hora que vivo sem sentido
Parece me fazer te querer cada vez mais

Eu trago em mim apenas um sorriso
Braços abertos pra te receber
Mas acabo sempre triste e sozinho
Procurando uma maneira de entender

Se é irreversível para mim
Então é irreversível pra você
Se tudo tem que ser assim
Então deixa ser!" - CPM22.

Cya.

Chega!

"Don't stay
Forget our memories
Forget our possibilities
What you were changing me into
Just give me myself back
And don't stay
Forget our memories
Forget our possibilities
Take all your faithlessness with you
Just give me myself back
And don't stay

I don't need you anymore
I don't want to be ignored
I don't need one more day
Of you wasting me away
With no apologies." - Linkin Park.

Cya.

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Sobre ser humano.

"Se quiser me encontrar, siga o rastro de sangue que eu deixo pelo chão. Já sangrei antes, todas as vezes que me atirei na frente das balas. Gotejei, fraquejei, mas as pernas permaneciam firmes porque os olhos me mantinham no foco. Eu via a luz. Agora o sangue jorra do peito, minha visão turva e rubra não me deixa identificar o que sou eu, o que é dor. Certas horas parecemos a mesma coisa. Disforme, causa arrepios até pra quem olha. Se quiser me encontrar, que não seja pra me matar. Dói mais que me deixe vivo, até que eu esgote e feneça. Morte lenta, torturante, tortuosa. A morte rápida me é negada, assim como uma vida feliz também é. Tive que assistir meus sonhos e minha paz indo embora pela porta da frente, e eu, de mãos atadas, vi meu peito abrir, deixando fugir a melhor parte de mim. Se quiser me encontrar, siga o rastro de lágrimas que eu deixo pelo chão."

Cya.

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Enrolados e embriagados.

Apesar das poucas palavras e da voz distante de Gail no dia anterior pelo telefone, Duncan permanecia animado. Saiu cedo, escorregou pelas escadarias da estação e pegou o metrô que levava direto à St. Eugene Avenue, onde iriam se encontrar. Sentou-se no primeiro lugar vago que avistou, ao lado de uma senhora de meia idade que carregava várias sacolas cheias. Enquanto o trem de ferro percorria as linhas e túneis, ele reparava nos rostos daqueles que se encaixavam em volta dele, que pareciam ora vazios e distantes, ora preocupados, inquietos. Rostos desconhecidos e expressões familiares demais. Por um segundo, chegou a imaginar que aqueles semblantes fossem vitrais que transpareciam muito bem os interiores daqueles indivíduos, ou até que refletiam os exteriores uns dos outros. Procurou não pensar muito. Fechou os olhos, a ansiedade do encontro iminente já havia começado o ataque. Isso durou até que, ainda distante e em meio à multidão, uma face destacou-se, surgindo através das janelas que corriam impacientes e apressadas diante de tantos rostos embaçados que se aproximavam do vagão para o próximo embarque. Era ela.
Duncan pulou do seu assento e abandonou o vagão, direto ao encontro do rosto amigo. A ansiedade deu o golpe final e o frio escalou seu estômago, sua garganta e ganhou a nuca. Caminhou mais alguns passos e parou de frente com mais um rosto vazio. A diferença para os que ele antes observara é que esse vazio, particularmente, o incomodava.
Gail não era alta, mas ainda marcava presença em qualquer ambiente que estivesse. Seu rosto era naturalmente pálido, entrando em contraste com os cabelos pretos que se depositavam de maneira leve de encontro aos contornos do rosto e caiam sobre os ombros delicados. Os olhos faziam-se enormes, negros, os cílios ligeiramente curvados acompanhavam a sinuosidade de suas bochechas, rosadas de maneira tímida por serem obrigadas à compartilhar espaço com uma boca tão fabulosa. Essa era bem desenhada e farta, que desabrochava num sorriso atordoante, tão atrativo ao ponto de ser hipnótico. O rapaz sabia muito bem disso, foi exatamente esse o efeito da primeira vez que a viu. Entretanto, a boca ainda não era a parte mais traiçoeira, essa era só a primeira fase... Nada era tão letal quanto o olhar penetrante e direto, como uma flecha lançada à toda força que atravessaria até mesmo uma muralha. Ah, aquele olhar! Enquanto a boca atraía, ele é quem dava o golpe de misericórdia e roubava o coração de qualquer desavisado que ousasse fitá-la por muito tempo. Porém, dessa vez, eles não furtavam nada. Tampouco traziam algo dentro de si. Talvez um pouco de tristeza. Era isso que incomodava-o.
Ela lançou um sorriso duvidoso, embora o suspiro de alegria ao vê-lo fosse muito sincero. Os olhos se cruzaram, os braços se cruzaram. Se abraçaram por alguns segundos, alguns longos segundos. Os braços delicados dela passaram pelo pescoço dele, onde o queixo se deitava no ombro e o nariz beijava o pescoço. Os dele a laçavam um pouco acima da cintura e a envolviam pra perto, chocando-a contra seu corpo, como se seus corações quisessem se tocar.
- Fiquei muito contente por você ter aceitado meu convite pra almoçar! - Disse ele.
- Você foi muito idiota ontem... Você é sempre muito idiota. Como eu recusaria?!
Eles riram, embora dentro de Gail a risada ecoasse por um momento maior, já que ultimamente esse sentimento não era dos mais comuns. Duncan ainda conseguia, como poucos, tirar algumas gargalhadas dela com o seu jeito singular. Talvez isso a tenha feito aceitar tão prontamente o convite. Por mais que o momento da vida dela fosse difícil, ela ainda sentia uma certa paz ao redor dele. Essa sensação não tinha nome, nem forma. Ela não precisava de uma definição. Paz já era o que bastava.
Fosse desde o caminho da estação do metrô ao Le Garette, do começo ao fim daquela curta hora que durara o almoço, o tempo se desdobrou entre muitas risadas e os mais diversos assuntos, onde as trocas de olhares falavam muito mais do que qualquer palavra que havia sido dita - como sempre eram os seus encontros. Ainda assim, algo nos olhos dela ainda soava impreciso, passível de interpretação. Já os dele... Eles gritavam aos sete ventos que, dentre todas as coisas que ele mais queria, naquele momento a maior delas era de que os pedaços que ainda restavam do seu coração destroçado fossem exatamente os que poderiam se encaixar perfeitamente nas feridas abertas do coração dela, mesmo que ele não soubesse que feridas eram essas. Ele queria que seus corações se encontrassem, como no abraço que ocorrera mais cedo. Nada além de corações entre laços. Com calma. Com alma. Ele e ela. Feito nós. (...)

Cya.

Pois é.

"Se você acabar com uma vida tediosa e miserável porque você ouviu seus pais, seus professores, seu padre ou alguma pessoa na televisão, dizendo para você como conduzir a sua vida, então a culpa é só sua e você merece." - Frank Zappa.

Cya.

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Verdades incontestáveis.

Sempre me permiti ser sincero no blog. E eu tento afirmar pra mim mesmo que saudade dói, corrói e mata. Mas algum dia a gente renasce... A gente sempre renasce, é isso o que eu preciso afirmar pra mim mesmo.

Cya.

terça-feira, 7 de novembro de 2017

Esperando ouvir sua voz e você nem me atender.

"Não há mais desculpas
Você vai ter que me entender
Quando olhar pra trás
Procurando e não me ver
Chegou a hora de recomeçar
Ter cada coisa em seu lugar
Tentar viver sem recordar, jamais
E se a saudade me deixar falhar
Deixar o tempo tentar te apagar

Te ligar de madrugada, sem saber o que dizer
Esperando ouvir sua voz e você nem me atender
Nem ao menos pra dizer

Que não vai voltar
Não vai tentar me entender
Que eu não fui nada pra você
Que eu deveria te deixar em paz
Eu já não sei mais
Não sei viver sem ter você
Hoje eu queria te esquecer
Mas quanto mais eu tento, mais eu lembro
Não sei viver sem ter você

Não sei viver sem ter você

É difícil de aceitar
Recomeçar do zero
Levantar e caminhar
Perceber que quem se ama
Já não se importa com você
E acordar sozinho ouvindo o som da sua TV
Chegou a hora de recomeçar

Acreditar que pode ser melhor assim, tentar crescer
Fingir feliz e te deixar para depois
E a cada dia que eu morrer
Espero que você morra dois." - CPM 22.

Cya.

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Sem título.

"(...) Sophia não queria brigar, então o beijou. Um beijo no rosto. Denyel quis tomá-la nos braços, mas não a tomou. Depois de todos aqueles anos, ele entendeu que o amor dela acabou, que cada relação tem o seu tempo, que o passado não dá marcha a ré. Talvez fosse isso o que ela estivesse tentando dizer, mas simples palavras não eram o bastante. O exilado precisava experimentar tudo aquilo, como experimentara a morte de seus companheiros. Certos sentimentos pertencem ao coração, não à mente, estão lacrados à chave, escondidos em um canto obscuro do peito, aonde as vozes não chegam, onde os olhos não brilham, onde os lábios não tocam.
Nos relógios por toda a Alemanha, passava da meia-noite.
Sophia saltou para a rua.
Denyel ficou parado." - Eduardo Spohr, em Anjos da Morte.

Esse trecho é um repost, lá de 2014. Ele atingiu meu peito como uma flecha, quando o li pela primeira vez. Hoje, essa flecha foi arrancada e fez a ferida voltar a sangrar.

Cya.

sábado, 4 de novembro de 2017

Spit your pity in my soul.

"Enterre todos os seus segredos na minha pele
Vá embora com a inocência
E me deixe com meus pecados
O ar à minha volta ainda parece com uma gaiola
E o amor é apenas uma camuflagem
Ao que se assemelha a raiva novamente

Então se você me ama, deixe-me ir
E fuja antes que eu descubra
Meu coração está escurecido demais para se importar
Não posso destruir o que não está lá
Me entregue a meu destino
Se eu estou sozinho, não tenho o que odiar
Eu não mereço ter você
Meu sorriso foi tomado há muito tempo atrás
Se eu sou capaz de mudar, espero nunca descobrir

Ainda pressiono suas cartas em meus lábios
E as estimo em partes
De mim, que saboreiam cada beijo
Eu não poderia encarar uma vida sem a sua luz
Mas tudo isso foi dilacerado
Quando você se recusou a lutar

Então poupe seu folêgo, eu não a ouvirei
Acho que deixei isso muito claro
Você não poderia odiar o suficiente para amar
Isso deveria ser o suficiente?
Eu só queria que você não fosse minha amiga
Assim, poderia te machucar no final
Nunca afirmei ser um santo
O meu eu foi banido há muito tempo atrás
Tive que perder as esperanças para te deixar partir

Então se quebre contra as minhas pedras
E cuspa sua piedade em minha alma
Você nunca precisou da ajuda de ninguém
Você me vendeu para se salvar
E eu não ouvirei a tua vergonha
Você fugiu - vocês são todos iguais
Anjos mentem para manter o controle
Meu amor foi punido há muito tempo atrás
Se você ainda se importa, jamais deixe que eu saiba." - Slipknot.

Cya.

No one will miss me when I'm gone.

"Hide my face again
Harbor in the shadows
Feel this weight of sin
Hammering away
Die with the guilt
Of a thousand AWOL soldiers
Die watch the scythe usher me astray

I can't go on this way
Not as I am today
The ugly side of me is strong
Take aim, a loaded gun
Pull back on all who run
A coward's truth inside the wrong

THIS MEANS WAR!" - Avenged Sevenfold.

Cya.

sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Hurt.

"So now this ship is sinking
I don’t know what to do
It’s got me thinking that
I don’t need
Don’t need you

Too many wrong decisions
You didn’t think this through
So what I’m saying is
I don’t need
Don’t need you

Open your eyes and see
What we have become
This isn’t living it’s existing
And I just can’t take this shit
and hurt anymore
hurt anymore so

Bury me with all you got
It never stops never ends gotta try
And let it out let it go
Is this the end?
‘Cos it might just break me." - BFMV.

Cya.

Infinitas vezes "mi".

"Seja com whisky, cerveja ou cigarro
nada preenche esse teu espaço
Só há a dor, o torpor, o sangue
que me impedem de te achar em outro abraço.

Meu coração perde o compasso
dá tropeços em cada passo
O vazio grita aqui dentro do peito
envolve meu pescoço em corda, em laço.

Saudade que me embriaga
que joga na cara o vicio do desejo
Do aconchego da tua chegada
da paz que reside no teu beijo.

E a cada corrente que o tempo quebra
é mais uma que me ata as mãos
Me libertando do que eu mais sinto falta
me escravizando à eterna solidão.

A felicidade que me rodeava
a luz que me mantinha são
Toda escuridão tomou conta
quando subitamente perdi o toque da tua mão

Há quem me iluda de que há um recomeço
embora mentira eu saiba que não
Ferida em cicatriz é minha esperança
Do pedaço mais lindo que hoje não habita mais
meu coração."

Cya.

Tomara.

"Que a tristeza te convença
Que a saudade não compensa
E que a ausência não dá paz
E o verdadeiro amor de quem se ama
Tece a mesma antiga trama
Que não se desfaz

E a coisa mais divina
Que há no mundo
É viver cada segundo
Como nunca mais..." - Vinicius de Moraes.

Cya.

Eu participo do seu jogo.

"Não consigo dizer se é bom ou mau
Assim como o ar me parece vital
Onde quer que eu vá e o que quer que eu faça
Sem você não tem graça." - Capital Inicial.

Cya.

"And it haunts me every time I close my eyes."

"Same bed, but it feels just a little bit bigger now
Our song on the radio, but it don't sound the same
When our friends talk about you all that it does is just tear me down
‘Cause my heart breaks a little when I hear your name." - Bruno Mars.

Cya.

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Eu, doente.

"Should you have to throw it all away?
Did you have to shove it in my face?
Did you have to tear my world apart?
Did you have to take so selfishly?
No matter how you hurt the ones you need?
Did you have to fall so very far?" - Alter Bridge.

Cya.

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Vou tatuar na pele. De verdade.

"Be soft. Do not let the world make you hard. Do not let pain make you hate. Do not let the bitterness steal your sweetness. Take pride that even though the rest of the world may disagree, you still believe it to be a beautiful place." - Kurt Vonnegut, Jr.

Cya.

quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Vire a página do dia, leia as letras na folha fina.

"A lágrima que corre trás o peso do cansaço.
Trás o sangue que escorreu fora das veias do coração machucado.
Situante na angústia e morador do desespero, os pés caminham em direções desconhecidas,
distintas, sem planejamento.
O que é a dor?
A solidão chama, o silêncio grita.
As paredes aos poucos diminuem. Sufocam.
Sem forças, a garganta falha. Não produz som.
Inspira. Expira. Respira. Não pira.
Qual o peso da culpa?
Caminhos tortos, pouca luz.
O vento corta a alma, enche os pulmões.
Olhos e dentes cerrados.
Doemos menos se amamos mais.
Calor na ponta dos dedos.
Feito um choque, chega o toque.
O mundo para. O tempo para. O medo para.
Não pensa. Mas para. Entende.
O som cessa. A música começa.
Que música?
Nossa música. Aquela que ouvimos na inocência de um dia chuvoso.
Frente à frente.
Onde estamos? Não estamos.
Somos. Somamos. Compartilhamos.
Ainda dói? Dói. Me deixa ver.
Não vai. Fica.
Me deixa ficar.
Com calma. Com alma.
Da soma, subtração.
Dois corpos.
Sem motivo. Razão." - Gabrielle T. Benatti.

Sempre que possível, tenho a oportunidade e o privilégio de compartilhar aqui as grandes obras dos poetas, famosos ou anônimos, que iluminam as ruas escuras da vida com a maestria e a magia de transformar as dores e as delícias - ímpares e ainda assim tão comuns - em palavras. Esse, pra mim, é um dos melhores de todos. Deleitem-se, caros leitores.

Cya.

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Derrubar.

"A felicidade que se compra
não se vende em qualquer lugar
Dos risos aos poemas
A alegria há de ceifar

Porque mentiras tão bonitas
Reconfortam o peito da gente
E o desespero que transborda
É agua que escorre no ralo da mente

Água suja e turva
Que insiste em transparecer
O fundo da consciência
Que a felicidade há de esconder

E os raios que iluminam
O seio de quem nasce de novo
Não porque há esperança de vida
Mas porque começa e termina em choro."

Cya.

sábado, 7 de outubro de 2017

"A modern day warrior."

"No, his mind is not for rent
To any god or government
Always hopeful, yet discontent
He knows changes aren't permanent
But change is!" - Rush.

Cya.

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Feridas que eu abri, e que jamais fechou.

"Vão tentar derrubar, que é pra me ver crescer
E às vezes me matar, que é pra eu renascer
Como uma supernova, que atravessa o ar
Eu sou a maré viva, se entrar, vai se afogar
Eu grito pro universo, o meu nome e o seu
Ele vai me escutar." - Fresno.

Cya.

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Baby, you're the only light I ever saw.

"It's not a silly little moment
It's not the storm before the calm
This is the deep and dyin' breath of
This love we've been workin' on
Can't seem to hold you like I want to
So I can feel you in my arms
Nobody's gonna come and save you
We pulled too many false alarms
We're goin' down
And you can see it too
We're goin' down
And you know that we're doomed
My dear
We're slow dancing in a burnin' room." - John Mayer.

Cya.

Nem ninguém.

"Eu vou vencer, independente de você
Encarar tudo de frente e nao me encolher
A ambição já não suporta mais
Os delírios de uma mente insegura e incapaz

Na escuridão você não sabe quem sou
Ouço seu som, mas não consigo te ver

E se você
Achou melhor perder ao enfrentar e tentar vencer
Não sou eu e nem outro alguém
Que vai te livrar de ser sempre um refém.

Por quantas vezes eu já tentei
Te mostrar que você é capaz
Basta entender e confiar em você.

Suas derrotas são só o que está por vir,
Quem só lamenta, não é capaz de se erguer." - Aurora Rules.

Cya.

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

(Sic)

"Não é sinal de saúde estar bem adaptado a uma sociedade doente." - Jiddu Krishnamurti.

Cya.

sábado, 16 de setembro de 2017

Verdades que não são.

"Outrora no Olimpo,
uma história de amor proibido.
Um reles mortal que só enxergava brilho
naquilo que parecia um anjo à terra caído.

Milhares de quilômetros separavam
o Inferno do Paraíso,
Os mais belos fios de ouro
tão belos quanto seus olhos, tão belos quanto seu sorriso.

Os suspiros calados ecoavam,
as mãos não te alcançavam mais,
Embora divindade, insistia em me dizer que tuas formas
não eram de deusa, nem de nada demais.

Nem nas mais belas canções,
nem nos mais belos poemas
O infinito que cabe nos teus olhos
serra minh'alma, faz dela pequena.

Infinito esse que se habitasse no meu peito
Me preencheria do fim ao começo
E que nesse curto caminho
não erraria sequer por um tropeço.

Não havia algo que fosse possível
- Oh, mortal, cumpre o que me prometeu!
E o teu medo, de que eu te abandonasse,
hoje em dia é medo meu."

Cya.

Seu amor é uma mentira que a minha vaidade quer.

"Cantando a gente inventa.
Inventa um romance, uma saudade, uma mentira...
Cantando a gente faz história.
Foi gritando que eu aprendi a cantar: sem nenhum pudor, sem pecado.
Canto para espantar os demônios, para juntar os amigos.
Para sentir o mundo, para seduzir a vida." - Cazuza.

Cya.

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Dispensa título.

"Era um homem feio, com cicatrizes no rosto, mas lindo se você olhasse pra ele tempo suficiente - alguma coisa em seus olhos, no seu estilo, sua coragem, sua obstinada solidão." - C. Bukowski.

Cya.

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

I can't stay the same.

"Give me a sign, show me the light... Maybe tonight i'll tell you everything." - Stone Sour.

Cya.

quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Sério, diga que eu saí.

"Do passado me esqueci, no presente eu me perdi e se chamarem... Diga que eu saí." - Raulzito.

sábado, 19 de agosto de 2017

Era só solidão.

"Eu pago meus pecados por ter acreditado
Que só se vive uma vez
Pensei que era liberdade, mas na verdade
Eram as grades da prisão.

O preço que se paga às vezes é alto demais
É alta madrugada, já é tarde demais. (...)" - 1berto Gessinger.

terça-feira, 15 de agosto de 2017

TMN.

"I never wanted to love you, but that's ok
I always knew that you'd leave me anyway
But darling when I see you, I see me

I asked the boys if they'd let me go out and play
They always said that you'd hurt me anyway
But darling when I see you, I see me

(...)

I never thought that you wanted for me to stay
So I left you with the girls that came your way
But darling when I see you, I see me
I often thought that you'd be better off left alone
Why throw a circle round a man with broken bones
But darling when I see you, I see me

(...)

You always looked like you had something else on your mind
But when I try to tell you, you'd tell me never mind
But darling when I see you, you see me

I wanna tell you that I'll never love anyone else
You wanna tell me that you're better off by yourself
But darling when I see you, you see me

(...)

And it looks like
I feel this something
Rising, rising in my veins
Looks like it's happened again." TMN.

Por um mundo com muito mais The Magic Numbers (L)!
Cya.

domingo, 6 de agosto de 2017

sábado, 5 de agosto de 2017

A vida é sobre o que?

Se consultado em qualquer manual que rege como a vida deve acontecer, tudo que será dito é que a vida é um desafio. E essa é mesmo. Há quem faça da vida uma constante prova e se arrisque a fazer dela o melhor que se possa ser feito. Há quem tenha essa ânsia de fazer o dia valer à pena, de criar uma razão maior que tudo pra no final do mesmo estar satisfeito do que se conquistou. Mas e quando o fato de apenas existir demanda energia demais de você? E quando o apenas existir se torna um desafio? Quando os dias, as semanas, os meses se tornam apenas um ciclo cronológico que torturam o eu-lírico, exaurindo a sua potência, extraindo e minguando dolorosamente sua razão de fazer aquilo exaustivamente? Quando a vida se faz desafio, a sensação é de liberdade. Quando existir se faz desafio, a sensação é de prisão.

Cya.

terça-feira, 25 de julho de 2017

Reconexão universal.

"Um novo dia,
Um outro ciclo,
O mesmo sonho, o mesmo sonho
Com esmero ponho,
O enfrentamento a caminhar, passo distante a vislumbrar
Tudo o que poderíamos ser
Com mentes férteis e pulsos fortes,
Sonhos inderrubáveis e lindas imperfeições". - PNNC.

Burnt by the fire of my reality.

"I stand here, left to bleed
My teardrops fall unseen
I cry for this burning tree
Our fears destroy our dreams
Forgotten bitterly
Silent sympathy
Like teardrops on the screen
Our fears destroy our dreams." - Devilskin.

domingo, 23 de julho de 2017

Quando bate aquela saudade.

"É você que tem
Os olhos tão gigantes
E a boca tão gostosa
Eu não vou aguentar

Senta aqui do lado
E tira logo a roupa
Esquece o que não importa
Nem vamos conversar". - Rubel.

quinta-feira, 20 de julho de 2017

"This is the last smile".

De 2003 até hoje foram CDs, DVDs, posteres, um show fantástico, influência no meu cabelo, nas minhas tatuagens, no meu jeito de me vestir e de ser. De 2003 até hoje sendo a trilha sonora dos meus melhores e piores momentos. Desde 2003 sendo um puta de um ídolo, não até o seu último dia, mas até o último dos meus.


Cya.

sábado, 15 de julho de 2017

Morrer, no bom sentido.

"Duncan despertou no meio da noite, como há tempos não fazia. Atordoado, notou as luzes do quarto. Uma pequena e vermelha do rádio-relógio em cima do criado. A outra vinha timidamente da janela, projetada pelo poste da rua. Encontrou a firmeza que precisava para se recobrar quando notou Gail dormindo, com a cabeça apoiada em seu ombro e seu braço depositado em seu peito. Seu semblante era pleno. Arriscava até que fosse um sorrisinho. Esticou o braço livre e colocou atrás da sua orelha uma mecha do cabelo negro que contrastava com a pele pálida, sem que a acordasse. Parou. Que sensação era aquela? Por mais que refletisse, não conseguiu nomear. Ninguém num momento daqueles conseguiria. Há coisas que não precisam de rótulos, precisam de essência. Precisam ser sentidas. Foi o que Duncan fez. Poucos minutos dedicados ao espetáculo que ali se passava o fizeram perceber que dá pra ser feliz eternamente num espaço de poucos minutos. Abraçou-a, apertando e chocando suavemente seus corpos. Ganhou outro em resposta, com braços se enlaçando e um nariz delicado roçando em seu peito. Em meio ao ensurdecedor silêncio da madrugada, ele descobriu que ali ele poderia morrer. E aquilo era fazer isso no bom sentido."

quinta-feira, 13 de julho de 2017

Dia do rock, bebê!

"Não é uma agulha numa veia
Não é o sexo nos bastidores
Não é linhas de cocaína em um jato particular
Não é ter um bando de puxa-sacos te seguindo em todo lugar
Não é o cabelo comprido, tatuagens, nem tocar muito alto

Não é um dedo médio em uma camiseta que o mercado tenta vender
É um cara com culhões pra mandar o mercado ir para o inferno
Não é sobre o dinheiro que você faz quando um álbum é vendido
É sobre fazer isso por nada, porque ele vive em sua alma

Isso é rock and roll!
Isso é rock and roll!

É uma rocha através de uma janela
É um passeio na rua
É uma revolução rebelde
É lutar por pedaços
(...)
É um tijolo na parede
É a primeira a ficar
E o último a cair
É um diabo botando pra quebrar no palco
É fazer o que você quer, em vez de fazer o que te dizem
É um pastor queimando discos e dizendo pra irem rezar
Porque o pastor comprou uma Gibson, e liderou a perdição do rebanho

Isso é rock and roll!
Dar tudo até que não sobre nada!
Isso é rock and roll!

(...)
É a festa com som alto
É a festa que se transformou em uma multidão enfurecida
Demônios decadentes não sentem dor
É a vergonha de encontrar o Nirvana bêbado
Acaba rápido feito uma canção
Hendrix, Joplin. O que deu errado?
Precisar de algumas respostas, certas ou erradas
Precisar de algo para culpar

Isso é rock and roll, porra!
Isso é rock and roll. porra!

Mais um dia em outra cidade
Testando o palco e as luzes e o som
Lá vêm eles, meninos
Eles abriram as portas

Isso é rock and roll, porra!
Dar tudo de si até que não sobre nada
Isso é rock and roll, porra! (...)" - Eric Church (adaptação).

quinta-feira, 15 de junho de 2017

Poeminho do contra.

"Todos esses que aí estão
Atravancando o meu caminho,
Eles passarão…
Eu passarinho!" - Mário Quintana.

Cya.

Hope decays.

"Water gray, through the windows, up the stairs
Chilling rain, like an ocean everywhere

Don't want to reach for me, do you?
I mean nothing to you
The little things give you away
And now there will be no mistaking
The levees are breaking

All you've ever wanted
Was someone to truly look up to you
And six feet under water, I do." - Linkin Park.

Cya,

quarta-feira, 10 de maio de 2017

This.

“The only person you are destined to become is the person you decide to be.” - Ralph Waldo Emerson.

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Verdades incontestáveis.

“Você só vive uma vez, mas se você fizer isso direito, uma vez é suficiente.” - Mae West.

sábado, 22 de abril de 2017

The sacrifice is never knowing.

"I've tried like you
To do everything you wanted too
This is the last time
I'll take the blame for the sake of being with you." - Linkin Park.

Cya.

quarta-feira, 12 de abril de 2017

Colorful faded to grey.

"O show acabou, feche o livro de histórias
Não haverá bis
Todas as mãos aleatorias que eu tenho comovido
Elas estão alcançando a porta
Eu vejo as costas deles enquanto saem por uma fila indiana
Mas você permanece teimosa, torcendo o tempo todo.

A maioria estavam sendo bons para a causa da bondade
Mas você não faria mímicas
Você é mais bonita quando acorda
Mais do que em uma vida
Através da neblina que esta a minha boa memória
Você esperou pelo drama apesar de você ter pago por uma comedia

Sei que posso ser alegre
Sei que posso ser chato
Mas eu conheço a vida de sucesso desse perdedor
Porque eu sei que você vai me amar de qualquer maneira." - Steel Dragon.


Cya.

"But I would trade a thousand Babylons to be in her arms tomorrow".

"I could tell that it was over
When her lips met mine
It was an emptiness in her voice
Hesitation when she smiled
She didn't have to say a word
It was just so plain to see
She had found what she'd been looking for
And I knew it wasn't me". - ZBB.

Cya.

O simples é genial.

"O amor é lindo. É uma das coisas mais 'privilégio' nesse mundo tão fodido...".

Sempre dizendo a coisa certa, pata.

terça-feira, 11 de abril de 2017

segunda-feira, 27 de março de 2017

Why can't we not be sober?

"I am just a worthless liar
I am just an imbecile
I will only complicate you
Trust in me and fall as well
I will find a center in you
I will chew it up and leave
Trust me." - Tool.

sábado, 18 de março de 2017

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Verdades incontestáveis.

Já posso ter mencionado isso aqui, mas vale o registro novamente: A felicidade é um estado, a tristeza é uma constante. Qual a lição que tiramos disso? Aproveitemos melhor esses picos que nos salvam da amargura, da indiferença, do desanimo, do ócio. Os momentos são preciosos, sempre. E sim, eu sempre me assusto com esses picos de otimismo, aqui a premissa se faz verdadeira também.

Cya.

Só pra constar.

As justificativas e os porquês dessas grandes ausências sem escrever (leia-se "postar") qualquer baboseira que seja não são necessárias - e nunca foram. Elas não são pra ninguém, são pra mim mesmo. Mas se há alguma, é que grande parte do que fora minha essência morreu. Não subitamente. Foi gradativo, pingou até secar. Talvez ainda haja esperança, ela só não parte de mim, não mais. Essa acidez também não, é só o acaso mesmo.

Cya.

"Is it fear or courage that compels you, fleshling?"

A frase dá uma ótima reflexão, na minha ausente opinião.

Cya.