terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Alone I Break.

"Quem luta contra nós reforça os nossos nervos e aguça as nossas habilidades. O nosso antagonista é quem mais nos ajuda." - Edmund Burke.

Cya.

domingo, 10 de dezembro de 2017

"Ask me your questions, tell me your secrets."

"O maior medo de Loren era ser usada pra esquecer um outro alguém. O maior medo de Duncan era lembrar que tinha um coração dentro do peito.
Ironicamente, ele se lembrava toda vez que os olhos felinos dela miravam os seus, toda vez que a risada gostosa e o seu jeito estabanado faziam ruir o chão sob os seus pés, toda vez que abria um sorriso fácil ou que ela corava ao pegá-lo admirando-a. O calor da sua pele macia e o cheiro entorpecente que seus cabelos emanavam toda vez que ela o abraçava, o seu jeito todo peculiar de deitar com os pés pra cima pra cantarolar alguma coisa. O jeito delicado que ela tinha de beijá-lo e escorregar os dedos pela sua nuca. O quão sexy era observa-la trocar de roupa ou encantá-lo com algum discurso de sabedoria.
Ela era um misto de detalhes e singularidades, de uma mente perspicaz e um rosto angelical, de um corpo fabuloso e um brio sem igual. Ela era perfeitamente imperfeita, era tudo que ele precisava, era tudo o que ele queria. Ela era a chama que o inflamava de dentro pra fora. Ela era o lembrete de que ser humano não é só sobre sofrer, sobre sentir dor. Também é sobre sentir amor, sentir desejo, ter a capacidade de sonhar que sempre há algo pelo que lutar. Ela era uma estrela brilhante que o tragava pro céu, ela era a firmeza que mantinha seus pés de volta ao chão. Ela era a luz dos olhos que iluminavam o caminho, era a cor que faltava no seu mundo cinza.
Ela o fez se lembrar que a vida não é sobre medo em si, mas a capacidade de viver apesar do medo - e achar graça nisso."

Cya.

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Hiato.

O blog sempre teve seus momentos. Seus picos de otimismo, de depressão, de aconchego e de solidão. Ele também teve seus hiatos. Hiatos em que eu procurava em mim justificativas pra mim mesmo, os "comos" e os "porquês" eu deveria dar uma pausa nessa conexão entre o Dante daqui de dentro e o Dante daqui de fora. O daqui de fora é um completo babaca, o de dentro é um perigo. Como disse o Chester, "sei que quando estou em minha cabeça, esse crânio entre minhas orelhas é um lugar ruim, não deveria ficar sozinho aqui. Há um Chester em minha mente que quer me derrubar (...)". O Dante daqui de dentro passa o dia me testando, me desafiando, me sabotando. O de fora, em compensação, passa o tempo fragilizando-se pelas pancadas que vêm de dentro e das que vêm do mundo, se sentindo um imbecil inútil e fracassado, que sempre que leva um tapa sente vontade de se jogar ao chão, assustado, procurando uma posição confortável pra se encolher e chorar esperando que tudo acabe, e ainda assim se sente na obrigação de fazer isso sorrindo. Mas onde o blog se encaixa nisso? Ele é o resultado dessa disputa por espaço. Ele é o pus em palavras que escorre entre a batalha que os meus anticorpos psicológicos e as bactérias sentimentais travam. Ele é o reflexo e a personificação de tudo o que eu me torno à partir do momento em que esses dois Dantes se unem: Uma cicatriz amarga de uma ferida purulenta. Que não amarga só a minha boca, não. Mas a de todo mundo que me tem ao alcance do paladar. Não é sobre estar doente, realmente. É sobre ser doente. E por que essas palavras machucam tanto? Porque eu sou a doença. Esse hiato é minha quarentena.

Sem "cya" por hoje.

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Das observações.

"Não te irrites, por mais que te fizerem
Estuda, a frio, o coração alheio.
Farás, assim, do mal que eles te querem,
Teu mais amável e sutil recreio." - Mário Quintana.

Cya.

terça-feira, 28 de novembro de 2017

Dobradinha 2/2.

"Essas palavras que escrevo me protegem da completa loucura." - Bukowski.

Cya.

Dobradinha 1/2.

"Que tempos difíceis eram aqueles: ter a vontade e a necessidade de viver, mas não a habilidade." - Bukowski.

Cya.