sexta-feira, 5 de setembro de 2014

C.y.a.

"O vazio que me preenche é o silêncio que grita. É o bem que me corrompe. É a sede que me sacia."

Cya, de novo.

domingo, 3 de agosto de 2014

domingo, 27 de julho de 2014

Dispensa título.

"A ignorância é uma espécie de benção. Se você não sabe, não existe dor." - John Lennon.

Cya.

Disciplina em excesso.

É necessário e inevitável levar certos "tapas" da vida pra aprender a escolher direito os seus caminhos, sendo eles de qualquer natureza distinta. As vezes, só acho que a vida exagera na quantidade e na força com que vêm esses "tapas". E talvez você já tenha realmente aprendido, mas ela insiste em dar um extra pra ver se você "tá ligado" em como o esquema funciona e quer evitar qualquer possível futuro desvio do percurso.

Muitas aspas, mas com significado bem específico. Cya.

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Projetos - terceira parte.

Discutir sobre filosofias cotidianas é uma das coisas mais simples e ao mesmo tempo mais fantásticas que existe, e é o que eu pretendo fazer nessa terceira -e talvez última parte da série "projetos". Diferente das postagens casuais, eu quero discutir sobre temas fixos, e talvez até publicar em alguns lugares e fazer o negócio rodar pela rede, com o foco do mesmo unicamente voltado pra discussão. Isso acontece diariamente em toda e qualquer rede social, mas acontece em focos espalhados, o que eu quero é facilitar o espaço pra que isso aconteça, deixar tudo no mesmo lugar. Enquanto eu chamar de "projetos", tudo não vai passar de um devaneio; mas quando estiver concreto, posto aqui em primeira mão.

Cya.

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Os tapas na cara que a vida te dá por você ser um otário.

"(...) Sophia não queria brigar, então o beijou. Um beijo no rosto. Denyel quis tomá-la nos braços, mas não a tomou. Depois de todos aqueles anos, ele entendeu que o amor dela acabara, que cada relação tem o seu tempo, que o passado não dá marcha a ré. Talvez fosse isso o que ela estivesse tentando dizer, mas simples palavras não eram o bastante. O exilado precisava experimentar tudo aquilo, como experimentara a morte de seus companheiros. Certos sentimentos pertencem ao coração, não à mente, estão lacrados à chave, escondidos em um canto obscuro do peito, aonde as vozes não chegam, onde os olhos não brilham, onde os lábios não tocam.
Nos relógios por toda a Alemanha, passava da meia-noite.
Sophia saltou para a rua.
Denyel ficou parado."

- Spohr, Eduardo. Filhos do Éden: Anjos da Morte: Livro 2 - pág. 546.

Cya.