sexta-feira, 3 de novembro de 2017

"And it haunts me every time I close my eyes."

"Same bed, but it feels just a little bit bigger now
Our song on the radio, but it don't sound the same
When our friends talk about you all that it does is just tear me down
‘Cause my heart breaks a little when I hear your name." - Bruno Mars.

Cya.

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Eu, doente.

"Should you have to throw it all away?
Did you have to shove it in my face?
Did you have to tear my world apart?
Did you have to take so selfishly?
No matter how you hurt the ones you need?
Did you have to fall so very far?" - Alter Bridge.

Cya.

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Vou tatuar na pele. De verdade.

"Be soft. Do not let the world make you hard. Do not let pain make you hate. Do not let the bitterness steal your sweetness. Take pride that even though the rest of the world may disagree, you still believe it to be a beautiful place." - Kurt Vonnegut, Jr.

Cya.

quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Vire a página do dia, leia as letras na folha fina.

"A lágrima que corre trás o peso do cansaço.
Trás o sangue que escorreu fora das veias do coração machucado.
Situante na angústia e morador do desespero, os pés caminham em direções desconhecidas,
distintas, sem planejamento.
O que é a dor?
A solidão chama, o silêncio grita.
As paredes aos poucos diminuem. Sufocam.
Sem forças, a garganta falha. Não produz som.
Inspira. Expira. Respira. Não pira.
Qual o peso da culpa?
Caminhos tortos, pouca luz.
O vento corta a alma, enche os pulmões.
Olhos e dentes cerrados.
Doemos menos se amamos mais.
Calor na ponta dos dedos.
Feito um choque, chega o toque.
O mundo para. O tempo para. O medo para.
Não pensa. Mas para. Entende.
O som cessa. A música começa.
Que música?
Nossa música. Aquela que ouvimos na inocência de um dia chuvoso.
Frente à frente.
Onde estamos? Não estamos.
Somos. Somamos. Compartilhamos.
Ainda dói? Dói. Me deixa ver.
Não vai. Fica.
Me deixa ficar.
Com calma. Com alma.
Da soma, subtração.
Dois corpos.
Sem motivo. Razão." - Gabrielle T. Benatti.

Sempre que possível, tenho a oportunidade e o privilégio de compartilhar aqui as grandes obras dos poetas, famosos ou anônimos, que iluminam as ruas escuras da vida com a maestria e a magia de transformar as dores e as delícias - ímpares e ainda assim tão comuns - em palavras. Esse, pra mim, é um dos melhores de todos. Deleitem-se, caros leitores.

Cya.

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Derrubar.

A felicidade que se compra
não se vende em qualquer lugar
Dos risos aos poemas
A alegria há de ceifar

Porque mentiras tão bonitas
Reconfortam o peito da gente
E o desespero que transborda
É agua que escorre no ralo da mente

Água suja e turva
Que insiste em transparecer
O fundo da consciência
Que a felicidade há de esconder

E os raios que iluminam
O seio de quem nasce de novo
Não porque há esperança de vida
Mas porque começa e termina em choro.

Cya.

sábado, 7 de outubro de 2017

"A modern day warrior."

"No, his mind is not for rent
To any god or government
Always hopeful, yet discontent
He knows changes aren't permanent
But change is!" - Rush.

Cya.