sábado, 23 de julho de 2016

Verdades incontestáveis.

"É melhor acender uma vela do que amaldiçoar a escuridão." - Confúcio.

Cya.

You can't save me.

"I sold my soul
Just so I could feel paid
I broke my heart
So I couldn't feel pain
I lost my faith
'Coz I can't justify the wait
I've got no hope
That's only for losers and fakes.
I lost my mind
Just so I could escape
I still got time
But I know, is too late
I still got friends
To tell me I'm ok
I still alive
But I keep on testing fate." - Richie Kotzen.

Cya.

segunda-feira, 4 de julho de 2016

Lição do dia.

Seria algo como: "Haja como idiota. Julgue-se por isso. Faça tudo outra vez no outro dia." Não há nova postura ou nova perspectiva de ver as coisas que mudem certas outras, mas ainda assim a gente vive feliz, certo?

Nunca desista de fazer o seu melhor - apesar de tudo. Cya.

quinta-feira, 30 de junho de 2016

Redenção.

Todo mundo tem o seu santuário. Seja um lugar, uma pessoa, um momento. Um hobby, talvez. Esse blog é o meu. É meu refúgio, é onde eu busco a minha redenção - vide título. Mas eu não ando vindo muito. Coincidentemente (ou não - talvez), ultimamente eu ando me perdendo. O que eu sou e um dia fui escapa pelos meus dedos, cada vez mais um pouco. Não sei se é tirado de mim ou se acaba ficando pelo caminho, é difícil manter-se intacto, de fato. Mas eu ando sentindo a necessidade de me sentir legítimo. Ou de legitimamente sentir, se for melhor. Eu me sinto, a cada dia que se passa, menos sensível. E com "sensível" eu não quero dizer emotivo, quero dizer perceptivo, atento, empático. Em contrapartida, ando me sentindo suscetível. Ora por ser levado de maneira fácil, pela inércia; ora por não ter capacidade de tomar as decisões apropriadas ou definir meus focos de maneira correta. As opções não são antagônicas, mas são ruins. Uso "rendenção" também porque aqui ficaram várias marcas do que eu fui, do que eu realmente sou. E, principalmente, do que eu busco: ser o melhor que eu possa ser. Poder ser melhor mesmo, poder fazer mais. A vontade de me sentir legítimo é sincera, e é legítima a necessidade que eu tenho de me sentir vivo. Aqui eu me encontro, aqui eu recomeço. Os pedaços de mim que foram um dia, e que se encaixam perfeitamente no que são, me constroem. Tudo de novo, tudo legítimo. E esse pode ser um novo recomeço pra mim, todo dia é. Sim, mais um. Dessa vez não transformando o que eu sou, mas transformando o que eu posso fazer: sempre mais, sempre melhor.

Eu só precisava disso. Cya, caros.

sábado, 25 de junho de 2016

Walk with me.

This song is not for the living
This song is for the dead

With my face against the floor
I can't see who knocked me out the way
I don't want to get back up
But I have to
So it might as well be today

Nothing appeals to me
No one feels like me
I'm too busy being calm to disappear
I'm in no shape to be alone
Contrary to the shit that you might hear

So walk with me
Walk with me
Don't let this symbolism kill your heart

Walk with me
Just like we should have done right from the start
Walk with me
Don't let this fucking world tear you apart. - Slipknot.

domingo, 1 de maio de 2016

Nunca tão difícil de acreditar.

"O vento e os pingos da chuva dançam e brincam com a vidraça da janela, mas o seu barulho não me incomoda mais. Cada batida é um convite forçado que o frio do lado de lá manda pros que estão aqui dentro. Não sei ainda se nós deveríamos sair, talvez ele gostaria de entrar. Já há um frio aqui. Esse frio que emana da alma, daquele lugarzinho que ficou vazio desde que você se foi. Da poltrona perto da lareira, da lateral da janela de onde você gostava de ver o pôr do sol. Do lado direito da cama. Do lado esquerdo do meu coração. Ah, esse vazio! Eu me recordo agora. Desculpe-me, às vezes eu tento deixar pra lá. Todo dia me entorpeço pra esquecer de lembrar o que faltava ali. Não uma cortina, um lustre novo. Ah, eu me lembro... Faltava você. E se essas batidas na janela fossem você querendo voltar? Mesmo nunca tendo dito antes, eu te pediria mais uma vez pra ficar."

Cya.